Saw 4
 

Jogos Mortais IV

 

Gênero: Terror

Duração: 108 minutos

Classificação:

 

Quando a gente pensa que o quarto filme será sem pé nem cabeça e só será lançado pra engordar os cofres da produtora, eles arrumam sentido pra trama! (Claro que forçam uma barra, mas nada que chegue a comprometer seriamente). Aviso ao povo de estômago fraco: levem saquinhos para o cinema.

 

O filme começa com um trailer que foi proibido na internet: a autópsia de Jigsaw (Tobin Bell). Osso vai, músculo vem, o legista descobre algo estranho no corpo de Jig e chama o Detetive Hoffman (Costas Mandylor). Mesmo morto, Jigsaw atormenta a vida dos policiais, pois deixa armadilhas preparadas antes de sua morte. O agente Strahm (Scott Paterson) e a agente Perez (Athena Karkanis), do FBI entram na investigação para ajudar a descobrir quem é o novo assassino, já que Jigsaw e sua aprendiz Amanda estão mortos.

 

O Comandante Rigg (Lyriq Bent), da SWAT fica chocado ao ver o corpo desua colega de profissão Kerry, morta de forma brutal e percebe que todos os policiais envolvidos acabam morrendo, assim como Eric, que já havia sido capturado por Jigsaw. Agora, a vítima da mente doentia do psicopata é o próprio Rigg. Ele tem 90 minutos para salvar vidas e ver as situações como o Jigsaw vê. Em cada “fase” do jogo, Rigg tem a decisão de salvar pessoas ou deixar que elas aprendam lições por si próprias.

 

Enquanto Rigg segue um rastro de sangue pela cidade, Strahm e Perez investigam o passado de Jig e chegam a desconfiar que sua ex-mulher, Jill (Betsy Russell) pode estar envolvida com as torturas e assassinatos.

 

 

Não dá pra contar mais, pra não tornar o texto cheio de spoilers. Jogos mortais IV segue o mesmo estilo dos filmes anteriores: muito sangue, torturas, objetos pontiagudas, dor e violência, além das reviravoltas e o vai e vem temporal, para explicar e dar sentido à trama. Se você não assistiu aos filmes anteriores ou passa mal quando vê sangue, passe longe!

 

Alguns cortes do filme são ótimos (e não estou me referindo aos cortes nos corpos com sangue jorrando). A edição de algumas cenas é demais! A cena passa de um ambiente ao outro de forma natural que demoramos um átimo pra perceber que a câmera está focalizando outro lugar.

 

Ah! A produtora já anunciou que filmará Jogos Mortais 5 e 6. Haja sangue falso!

P.S.: Até a fixação por porcos é explicada no 4º filme.

 

Pra quem já assistiu ao filme (selecione com o mouse):

 

- Alguém aí reparou a cara da prostituta que aborda o Jig enquanto ele espera a mulher sair da clínica? Mais alguém achou que ela é parecida com a prostituta presa na casa, no segundo filme?

 

- Na boa, ninguém consegue ficar 3 horas em pé no gelo...

 

- Tadinho do Eric! Sofreu um tempão...

 

- Alguém entendeu o lance dos corpos? Pq cargas d’água o corpo dele ainda estava na cama? Assim que o filme começou, imaginei: se pegaram o corpo dele, pegaram também o da Amanda, da médica e de todos os outros mortos naquele local. Mas, o corpo dele estava lá. E, se aquele fosse o começo do filme, não faria sentido o lance da fita...

1408

1408

Gênero: Terror

Duração: 94 minutos

Classificação:

 

1408 é inspirado em um livro de Stephen King e é um terror (?) psicológico, que não apela para baldes e baldes de sangue, e sim no desespero do ser humano quando vê coisas sobrenaturais. Mesmo sendo classificado como “terror”, está mais pra suspense medíocre...

 

Mike Enslin (John Cusack) é escritor de livros de terror. Suas histórias falam sobre espíritos, fantasmas, seres de outro mundo e lugares assombrados. Mike está escrevendo um livro sobre locais onde possíveis coisas paranormais acontecem. Ele se hospeda nesses lugares e adota uma postura à la padre Quevedo: para Mike, fantasma non exist. Faltando um capítulo para o término do novo livro, ele recebe uma propaganda do hotel Dolphin, em NY, convidando-o a se hospedar em qualquer quarto, exceto no 1408.

 

Gerald Olin (Samuel L. Jackson), gerente do Dolphin, avisa que ninguém que se hospeda nesse quarto fica vivo e que mais de 50 pessoas morreram desde a sua inauguração. E é justamente no 1408 que Mike quer passar a noite, mesmo sendo dissuadido por Gerald. Após algum tempo no quarto, coisas muito estranhas começam acontecer e Mike acha que está ficando louco...

 

O interessante nesse filme é ver como as pessoas se apegam a Deus em situações críticas, mesmo que digam que não crêem nEle. Mike Enslin fica cético com a doença de sua filha. Após a sua morte, acha que o fato de sua esposa ter falado sobre vida após a morte e Deus, fizeram com que a menina desistisse de viver. No auge do desamparo, trancado em um quarto assombrado, Mike pede ajuda a Deus e até tenta ler a Bíblia. Deixando o quarto 1408 de lado: será que temos agido assim? Só clamamos a Deus nas horas de medo, aflição e desespero?

 

Pra quem já assistiu ao filme: (Selecione com o mouse ou use CTRL + A):

 

- Terror? Humpf! Fala sério! Embora uma parte histérica (e feminina) da platéia gritasse de 5 em 5 segundos, o filme não dá medo. Pelo trailer, achei que seria algo amedrontador e surpreendente, mas foi apenas um filme mediano com sustinhos bobos (gente, quando a música aumenta e algo se move ou aparece um vulto, é porque algo supostamente assustador vai acontecer).

 

 

Curiosidades:

 

Além do próprio título (1408 -> 1+4+0+8 =13), o filme faz várias referências ao número 13:

- O quarto 1408 fica no 13º andar, porque nos EUA é costume não existir o 13º andar, assim sendo o 14º andar é de fato o 13º

- De acordo com o gerente Olin, o hotel foi inaugurado em 1912: (1+9+1+2=13)

- Em uma das cenas, a temperatura do quarto mostra 45-40: (4+5+4+0=13)

- Mike abre a bíblia em Samuel 2 capítulo 11: (2+11=13)

- Quando Mike alerta Lily para chamar a polícia, diz que está no endereço 2254 Lexington: (2+2+5+4=13)

- “Michael Enslin” tem 13 letras.

- A música que toca no rádio do quarto, "We've Only Just Begun", é da banda The Carpenters que tem 13 letras.

 

Dica: quer assistir um suspense com um bom roteiro e final surpreendente, com o John Cusack? Veja “Identidade”. Muito bom!!

-
 

Tropa de Elite

 

Gênero: Ação

Duração: 118 minutos

Classificação:

 

Confesso que fico com os dois pés atrás com relação a filmes brasileiros. Quando me falaram sobre um tal de filme do BOPE, achei que era um filme antigo (que nada! Eram as primeiras cópias piratas. Sem demagogia: eu não compro pirata. Não dá. O áudio e vídeo não são bons e quando é gravado do cinema, fica aquele monte de gente sassaricando. E a tela do cinema é a tela do cinema, oras!). Na faculdade, naquela mesma semana, me chamaram pra ver o filme. Peguei já do meio pro fim. Se não fosse por isso, talvez não ficasse motivada a assistir no cinema. Gente, o que é Tropa de Elite?! O que é a atuação do Wagner Moura?!

 

Tropa de Elite é ambientando nos morros cariocas, em 1997. Segundo a narração do Capitão Nascimento (Wagner Moura), do BOPE, “Aqui nesta cidade, o policial tem que escolher: ou se omite, ou se corrompe, ou vai para guerra.” Durante um baile funk em uma favela, policiais corruptos sobem o morro com más intenções. É iniciado um tiroteio e o BOPE é chamado para resolver a situação.

 

A partir daí, entra em cena o capitão Nascimento e sua tropa "Se é para fazer direito, deixa com o BOPE”. Nascimento é um policial honesto, que repudia acordo com bandidos e vagabundos. Depois de dez anos no batalhão, Nascimento quer se afastar da linha de frente. Sua mulher está grávida e seus nervos estão em frangalhos, por causa do estresse. Apesar disso, continua em missão.

 

Durante essa incursão no morro, os policiais militares Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro) ficam fascinados com a tática e a eficiência do grupo. Eles decidem entrar para o BOPE e se candidatam ao curso de formação, junto com seu superior corrupto: Fábio (Milhem Cortaz). Tapa vai, soco vem, Neto destaca-se pela bravura e Matias pela inteligência. Matias é negro e enfrentou dificuldades na infância. Por isso, dá valor ao que tem atualmente. Ele cursa faculdade de direito e acaba se envolvendo com “estudantes engajados”, que mantém uma ONG em um morro enquanto usam e traficam drogas.

 

Nascimento não é um bicho papão sem sentimentos. Ele até chora. Como está próximo de ser pai, precisa encontrar um substituto à altura o mais breve possível. Essa é uma tarefa árdua para ele e para os que almejam um lugar no grupo dos “caveiras”.

 

O diferencial do filme é mostrar a violência e a problemática dos morros cariocas pela ótica dos policiais.

 

“Tropa de Elite” é bom demais! A melhor parte é a mais óbvia: filhinhos de papai, “estudantes” que financiam o tráfico. (Coisa que todo mundo já sabe, mas é muito bem passada no filme). As falas do capitão Nascimento grudam na cabeça e o público sai repetindo da sala do cinema. “Tropa de Elite” é ao mesmo tempo violento e cômico. Wagner Moura dá um show de atuação (a postura corporal, as expressões, a entonação da voz, os olhares...) por falar em olhares, Caio Junqueira (o Neto) também dá um banho de atuação. Começa como um “aspira” com cara de otário e transforma-se num “quase caveira”. Preciso comentar de novo: Wagner ta muito bem! Merece um prêmio, pela atuação. Milhem Cortaz e Fábio Junqueira também estavam ótimos!

 “Tropa de Elite”: eu recomendo!

 

Algumas frases do capitão Nascimento:

 

“Aqui nesta cidade, o policial tem que escolher: ou se omite, ou se corrompe, ou vai para guerra.”

“Pra mim estratégia só tem lógica quando a operação tem sentido”

“Bota na conta do papa”

“Nunca serão.”

“O senhor é um fanfarrão.”

“Pede pra sair, seu m#rda!”

“Tira essa roupa preta que tu num é caveira! Tu é moleque!”

“Tira a calça dele. Pega a vassoura!”

“Você é estudante? Sabe voar?”

“Traz o saco!”

“07, me dá a 12!”

 

Pra quem já assistiu ao filme (selecione com o mouse):

 

- Ele já perdeu o sotaque da Bahia, mas na hora do “nojinho”, escapou.

 

- Matias era meio imbecil. Só pode... Enfim: gente, pode fazer aquele treinamento sinistro de óculos?!

 

- Estudantes, é? Sei...

 

- Foi uma vibração geral no cinema durante a cena da passeata. Uhu!

 

- O final deveria ser mais “finalizado”. O que ele fez após sair do BOPE??

- A pergunta que não quer calar é a seguinte: o BOPE não se resume ao cap. Jack Sparrow Nascimento. Pq cargas d’água ele não aproveitou outro cara da tropa dele, que estava há mais tempo no BOPE que os aspiras?!

 

The Bourne Ultimatum
  (em breve)
The Hitcher

A Morte Pede Carona

 

Gênero: Terror

Duração: 84 minutos

Classificação:

 

Sabe aqueles filmes que você não paga pra ver? “A morte pede carona” é um deles. Mas, junte uma palestra chatinha + ser liberado mais cedo + colega cinéfilo. O resultado? Você paga pra ver. Não assisti ao filme original, então nem dá pra fazer um paralelo.

 

Esse é mais um filme no meio de uma estrada árida, desértica e com jovens protagonistas que só querem se divertir. E claro, eles não conseguem. Grace Andrews (Sophia) e Jim Halsey (Knighton) estão viajando durante as férias. Em meio a uma tempestade noturna, eles não oferecem ajuda a um estranho, por precaução. Durante uma parada, ele surge a pé e precisa de carona. Burrice vai, altruísmo vem, Jim concorda.

 

Não demora muito para eles perceberem que o estranho não é só estranho. É psicopata. Além de tentar matar os dois, John Ryder (Sean Bean) começa a persegui-los e arma para que a polícia pense que ambos são os responsáveis pelos assassinatos sanguinolentos.

 

Além de fugir de John, que mata sem aparentes motivos, Jim e Grace precisam se esconder da polícia, que acredita na culpa do casal.

 

-Gosta de sangue? Reveja “Jogos Mortais” ou “O Albergue”. “A morte pede carona” é um “pseudogore”.

- Saca clipe de música no meio da estrada? O filme tem uma boa dose.

- Cá pra nós, se eu fosse americana e tivesse uma síndrome do pânico branda, só passaria as férias na Disney. Pegar estrada? No chance!

- O filme é do Michael Bay? Passe longe ou desconfie...

- Sim, tem vários clichês no filme. Mesmo assim, não é uma droga total.

-
-
-
Shrek Third

Shrek Terceiro

 

Gênero: Animação/ Comédia

Duração: 92 minutos

Classificação:

 

Shrek é um filme feito pra pessoas de 8 meses a 88 anos. Tem tiradas engraçadas, ótima trilha sonora, lições de moral, “tiração” de onda com grandes filmes e personagens singularmente bacanas. Dá vontade de assistir zilhonésimas vezes. Esperei tudo isso do terceiro, mas dessa vez, não senti o clima dos anteriores. Trocaram o diretor e o resultado não foi muito cômico...

 

O rei Harold, de Tão Tão Distante, pai de  Fiona, está a beira da morte. Como ela é sua única filha, deve se tornar rainha e Shrek, o rei. Mas, ele ainda não está adaptado à vida no reino e percebe que não consegue desempenhar as funções reais. Para escapar da responsabilidade e voltar com sua amada par o pântano, Shrek vai atrás de Arthur, o segundo na linha de sucessão.

 

O problema é que o garoto (sim, garoto) é o mais zoado dentre os zoados e acha que não será capaz de assumir o reinado. Além de tentar convencer Arthur, Shrek fica assustado com a gravidez de Fiona (sim, ele será papai! [ow, isso não é nenhum spoiler*]). Ele conta com a ajuda do Burro (lindo, engraçado e charmoso como sempre) e do gato (um gato! Hehehe).

 

Enquanto isso, no castelo, o príncipe encantado (aquele da exuberante juba loira) prende Fiona, sua mãe e outras princesas. Ele pretende tomar o reino para si e se vingar de Shrek.

 

* “Spoiler é uma palavra inglesa que vem do verbo "spoil", estragar. Pode ser traduzida como "estraga-prazeres" ou "desmancha-prazeres" (sendo este mais comum em Portugal), e é usada para definir revelações de fatos importantes da trama de filmes, televisão, livros e jogos”. By Wikipédia

 

Quando o filme acabou e assistíamos aos créditos, meu amigo comentou: “Sara, você esperou muito do filme”. Vim pensando nisso e me dei conta que nem as crianças riram a contento. E convenhamos que os seres infantes riem de qualquer coisa. E geralmente os adultos que assistem comédias riem também, mesmo que a cena não seja lá muito hilária. Basta dizer que é comedia que o povo entra na sala rindo até dos infames comerciais antes do filme. O filme é ruim? Não. O que acontece é que os dois primeiros foram excelentes e ficamos na expectativa do padrão ser mantido ou superado. O Burrinho e o Gato salvam da “semgraceira” total.

Ah! Tem uma lição de moral muito bacana, sobre superação e auto-imagem. “A única pessoa que pode se atrapalhar é você. Você é o único que pode atrapalhar seu caminho”. E aí eles falam da confiança em si mesmo.

Vale a pena assistir? Sim, mas não espere gargalhar até ficar com o maxilar dolorido. Sabe aquela vontade de assistir a próxima sessão do filme? Pois é, dessa vez não rolou. . [No fim das contas, parece que o terceiro filme saiu só pra gerar mais grana pros cofres de uma porção de gente que lucra com o ogro =(].

Para quem já assistiu:

 

- Estou ouvindo uma música do primeiro Shrek. A trilha desse foi legalzinha. Algumas “clássicas” e bacanas, mas as trilhas dos primeiros é muuuuito melhor! Só aquele clip no fim primeiro, ao som de “I'm a believer” já vale a trilha do terceiro. E “Accidentally love”, do segundo? Ganhou até prêmio (merecidamente!).

 

- O que foi aquela cena da morte?! Kkkkk!

 

- Ponto alto: os detalhes. Repararam na fibra da camisa do Shrek? E a peruca dele e da fiona, então? Aquele brilho deu um efeito muito legal! O cavalo marrom do oponente do Arthur é lindo! E a cabeleira esvoaçante do Encantado, então?

 

- Gato: “Meu amigo, você está literalmente” (Som do berrante). Hahuahuahua!

 

- O Shrek pergunta como é que pôde acontecer da Fiona ficar grávida e o Gato começa a explicar e o Shrek diz que sabe e o Burro pergunta “mas como é que acontece”? Hahahahahah!

 

- Aliás, como é que um simples Burrinho engravida uma Dragoa? Nem Freud explica! Mas os babies ficaram engraçadinhos, hehehe.

 

 

- Decepção. Snif! Os primeiros são tão maravilhosamente e hilariamente bons! Que chato o terceiro ser assim! Aaaaaaah!

 

- A melhor cena do filme é aquela do olhar-gato do Burrinho. Liiiiindo! Toda a platéia suspirou. (To apaixonada, hahahah!).

Premonition

Premonições

Gênero: Suspense

Duração: 110 minutos

Classificação:

 

Depois de assistir Perfume, acreditei firmemente que seria o pior filme do ano. Ledo engano. Premonições consegue ser pior. BEM pior. Eu deveria ter acreditado no meu feeling (quiçá premonição, rsss). Quando vi o cartaz de uma casa ao fundo e a Sandra Bullock de batom vermelho e uma cara estranha em primeiro plano, senti que o filme seria uma droga. E foi. O diretor iniciante (e depois disso, espero que seja "terminante", hehehe) Mennan Yapo fez uma economia de figurinista, maquiador, cabeleireiro e elenco. Até aí nada demais, afinal filmes com parco orçamento também são bons (alguns, claro). O problema foi a chatice do filme e a má utilização de efeitos sonoros. Se a intenção era gerar medo/suspense/frio na espinha, o resultado foram horas de bocejo.

 

Linda Hanson (Sandra Bullock) é casada com Jim (Julian McMahon) e eles têm duas filhas. Ele passa uma boa parte do tempo em viagens, por causa de seu trabalho. Um dia, Linda é avisada que Jim morreu em um acidente automobilístico. Ela fica triste, chora, sente falta e percebe que é baixinha1. Lágrimas pra cá, lágrimas pra lá, Linda acorda na manhã seguinte e vê seu marido na cozinha. E não, não é um espírito. É Jim em carne e osso. Depois dessa surpreendente revelação (??), a vida dela muda completamente. Quando ela acorda na manhã seguinte o marido está morto de novo e prestes a ser enterrado. Nada que uma noite de sono não resolva. No outro dia, Jim está vivo novamente. E aí *bocejos* o filme segue essa seqüência: Jim morto/ Jim vivo/ Jim morto/ Jim vivo/ Jim... Em um determinado momento, Linda percebe que pode mudar o futuro/passado/presente e tenta reverter (ou não) a situação.

 

Sandra até tenta, coitada. Acostumada a comédias românticas água com açúcar, a atriz faz o possível para parecer convincente. Infelizmente isso não serve para segurar o filme, que é de uma falta de criatividade alarmante no roteiro. No mínimo jogaram "Efeito Borboleta 2", "A Casa do Lago", "Camisa de Força" e mais uns outros filmes no liquidificador com um pouco de sonífero. Passe longe desse filme. Existem outros sobre viagens temporais N vezes melhores.

1Ela lembra que só ele alcança uma travessa que ganharam de presente que está guardada no alto do armário.

 

Para quem já assistiu ao filme (selecione com o mouse o texto abaixo):

 

- Triste, né? Jogamos dinheiro fora.

 

- A cena da menina no balanço lembra o filme "Premonição". Achei até que ela teria alguma marca também, hahahah!

 

- Ta vendo o que dá o cara trair a mulher? Ia ficar morto.

 

- Por falar em morto, a culpa dele ter morrido mesmo foi dela.

Pirates of the Caribbean: At World's End

 

Piratas do Caribe – No Fim do Mundo

 

Gênero: Aventura

 

Duração: 170 minutos

 

Classificação:  

 

Aviso aos navegantes: NÃO saia do cinema antes da exibição dos créditos!

Aviso aos navegantes 2: se você não lembra de nada dos primeiros filmes, passe na locadora antes de ir ao cinema pra não ficar boiando.

Aviso aos navegantes 3: o filme é longo. Antes de começar, vá ao banheiro, coma, beba etc. Aposto que vão te xingar se você levantar no meio do filme (e com razão, hehehe).

 

 

No final de “O Baú da Morte”, James Norrington (Jack Davenport) rouba o coração de Davy Jones (Bill Nighy) e o entrega para o lorde Cuttler Beckett (Tom Hollander), da Companhia das Índias Orientais em toca de seu antigo cargo. Com o coração, Beckett tem o comando sobre o navio Flying Dutchman e também sobre Davy. O que ele deseja? Acabar com a pirataria. Pra isso, ordena que todos os piratas sejam capturados e executados.

 

Para impedir o assassinato em massa, Will Turner (Orlando Bloom), Elizabeth Swann (Keira Knightley) e o capitão Barbossa (Geoffrey Rush) vão até Cingapura, encontrar Sao Fen (Chow-Yun Fat). O trio parte em busca de um navio, tripulação e um mapa para o Fim do Mundo, que possibilitará o resgate do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Jack é um dos Lordes da Corte da Irmandade, que precisa ser reunida para deter Beckett.

 

Por falar nele, o querido e tresloucado capitão só aparece depois de meia hora de filme*, roubando a cena. Jack está mais tresloucado que nunca. Suas aparições sempre rendem risadas (e suspiros da minha parte).

 

Se ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão, pirata que engana pirata tem uma vida recheada de aventuras. O maniqueísmo passa longe do filme. Se antes só Jack agia por interesses pessoais, agora todo mundo tem um motivo pra fazer acordos escusos, mentir e trair. 

 

Elizabeth Swann está mais “macho” que nunca e chega até a liderar uma tripulação. Will Turner, que no segundo filme já estava bom, agora assume de vez seu lado pirata e usa artifícios ardilosos e faz tratos vantajosos para ele, não importa com quem. Barbossa continua o mesmo, só que sem as maçãs.

 

O filme é longo, mas não dá pra contar muitas coisas pra não estragar as surpresas. O negócio assistir. (Estou louca pra ver de novo). Quem não curte o muito o clima, achará o terceiro filme um pouco cansativo, porque o dois foi uma correria desabalada. Porém, isso não chega a comprometer. As cenas mais “paradas” são necessárias para explicações. Mas isso não compromete o resultado final, que é ótimo, diga-se de passagem. Os diálogos são bacanas, a trilha sonora é boa, o humor sempre está presente e tem JACK SPARROW! Vá assistir, criatura! É diversão na certa (a não ser que você seja o tipo de pessoa chata, amarga e sem nenhum senso de humor).

 

Aaah! Existem brechas para um outro filme. (Eu acredito que será produzido).

 

*Meninas apaixonada (com razão!!) pelo cap. Jack: a ausência é superada assim que ele aparece (não dá pra contar pq é spoiler) e pelos vários closes do melhor (ô!) pirata do mundo.

Pirates of the Caribbean: At World's End

Piratas do Caribe – No Fim do Mundo

 

Para quem já assistiu ao filme: (CRTL + A ou selecione com o mouse)

 

- Demorou, mas quando o capitão Jack finalmente apareceu foi um desbunde! O cara está mais tresloucado que nunca. (E que visão maravilhosa do navio cheio de Jacks... *Ai, ai*).

 

- As mãos e unhas dele sempre estão sujas, mas assim que ele aparece, a unha do indicador está bem limpa...

 

- Na boa, o macaquinho Jack merece o oscar de ator coadjuvante. O bichinho estava impagável!

 

- Falando em bichinhos: o totó sobreviveu! \o/ vivam as tartarugas marinhas, hehehe.

 

- Mas que tanto vapor aquele cara queria?! Sauna? Eu, hein!

 

- Tia Dalma virou o King Kong. Aliás, eu já desconfiava que ela era a causadora daquilo tudo...

 

- Alguém pode me explicar pq o "desolhado" (esqueci o nome dele) conseguiu libertar a Calypso? Em momento algum pareceu que ele curtia a Dalma...

 

- Ainda bem que Jack puxou ao pai e não a mãe...

 

- Will ficou uma graça todo de preto e argola...

 

- A Elizabeth é uma $#@%! Tentou beijar o Jack de novo! E dessa vez nem era pra ludibriá-lo.

 

- Notaram que a menino no fim parece o menino do começo?

 

Spider-Man 3

Homem Aranha 3

 

Gênero: Aventura

Duração: 140 minutos

Classificação:

  

Homem Aranha 3 é o filme mais caro já produzido até hoje *queixo caído*. Ao todo, foram gastos mais de R$ 250 milhões de dólares com o filme (King Kong já não é mais tão grande assim1). Tanto investimento não foi à toa. HA 3 foi o filme que vendeu mais ingressos antecipados nos EUA e promete ser a maior bilheteria do ano. (A fila no Cinemark sábado comprova o fato. Só consegui ver o aracnídeo domingo porque todas as sessões estavam lotadas [por isso eu já garanti meu ingresso pra Piratas do Caribe 3 *ansiedade*]).

Aviso: não, não leio HQs e por isso não to nem aí pra fidelidade da trama original e bla bla bla que os puristas tanto falam. O HA é simplesmente meu herói favorito EM DESENHO ANIMADO.(No cinema minha predileção é pelo Wolvie).

 

Ao contrário do que acontece com o Super Homem em Superman Returns, o Homem Aranha passa muito bem, obrigado. As pessoas o adoram ele está em voga na mídia. Peter Parker (Tobey Maguire) está prestes a pedir sua adorada Mary Jane (Kirsten Dunst) em casamento.

 

Mas: problemas, problemas e mais problemas. É o que Mary Jane enfrenta. Enfrenta sozinha, por sinal. O ego de Peter infla a ponto dele não perceber o que se passa na vida da ruiva. Como se isso não bastasse, M.J. fica enciumada com a presença da loira platinada Gwen Stacy (Bryce Dallas Howard), colega de classe de Peter e mocinha salva pelo Homem Aranha. O relacionamento dos dois fica por um fio (de teia, claro, hehehe).

 

Já os problemas do aracnídeo começam quando Harry Osborn (James Franco) resolve vingar a morte do pai (indubitavelmente, a melhor seqüência do filme!). O melhor amigo, transforma-se em inimigo mortífero.

(Continua)...

[ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher